"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."
Voltaire

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008


"Um homem jamais pode entender o tipo de solidão que uma mulher experimenta. Um homem se deita sobre o útero da mulher apenas para se fortalecer, ele se nutre desta fusão, se ergue e vai ao mundo, a seu trabalho, a sua batalha, sua arte. Ele não é solitário. Ele é ocupado. A memória de nadar no líquido aminótico lhe dá energia, completude. A mulher pode ser ocupada também, mas ela se sente vazia. Sensualidade para ela não é apenas uma onda de prazer em que ela se banhou, uma carga elétrica de prazer no contato com outra. Quando o homem se deita sobre o útero dela, ela é preenchida, cada ato de amor, ter o homem dentro dela, um ato de nascer e renascer, carregar uma criança e carregar um homem. Toda vez que o homem deita em seu útero se renova no desejo de agir, de ser. Mas para uma mulher, o climax não é o nascimento, mas o momento em que o homem descansa dentro dela."

domingo, 14 de dezembro de 2008

Desabafo


Cansada eu tô simplesmente cansada disso...cansei de tudo e de todos me digam qual o problema com as pessoas?!Eu não entendo qual é o lance das pessoas, eu juro que não entendo qual é o problema...vejam minha situação a merda que anda..eu estou saindo com uma pessoa, mas porra o que eu sinto que estou servindo de estepe (de novo em um período muito curto), nós saimos essa sexta e nem se deu ao trabalho de me levar a algum lugar, não fomos diretamente pra sua casa, até ai tá nem estressei mas veja no sábado estava louca pra sair com ele novamente, quem sabe irmos dançar ou simplesmente sair pra comer alguma coisa nada muito elaborado não sou exigente se eu estiver com a pessoa está tudo bem, ficamos combinados de eu ligar pra ele para vermos que iamos fazer (por que eu tinha uma formatura pra ir mas não estava afim, mas mesmo asism não tinha certeza se tinha que ir ou não, enfim não fui por que queria ficar com ele) então eu na minha maior ingênuidade liguei pra ele não uma vez mas umas quinze e ele nem ao menos pra me atender, nãããão deixou o celular tocar até cansar, tá sai com meu irmão fomos ao boliche me diverti, fiquei chateada por ele não ter me atendido mas nem estressei resolvi deixar quieto. Hoje pela manhã acordei cedo pois ia fazer um almoço aqui em casa (claro queria que ele provasse minha comida, mas jamais iria convidá-lo muito cedo ainda e sou encanada com esse lance de apresentar a família, enfim inrelevante isso), então fiz meu almoço, todos comemos, pelo fim da tarde resolvi ligar pra ele de novo pra saber como ele estava, celular fora de área ok, desisti. Então sem nada para fazer resolvi me logar eis que entro em meu orkut e lá está um scrap das milhares de amigas "coloridas" dele falando que ele estava ontem a noite no Recanto (é uma chacara onde o povo faz bailões por aqui, não que eu curta esse lance pra dizer bem a verdade nunca fui) e adivinha estava lá com ela e que dançaram a noite inteirinha coladinhos, meu sangue ferveu, mas não posso exigir nada não falamos que iriamos ser exclusivos nem nada, ai então com toda minha paciência disse que esperava que ela tivesse se divertido bastante e que eu sinceramente não tinha o por que de querer essa informação que era irrelevante para minha vida e simplesmente não acrescentava nada. Com muita raiva eu sai da net, sabia que se continuasse on iria falar mais do que devia, que certamente iria perder minha postura com a filha da p*%$#, então eis que a pessoa me liga e eu na maior calma atendo, pergunto se está tudo bem, ele me pergunta se estava tentando ligar pra ele e eu digo que sim, pra saber como ele estava e ele me diz que estava na casa da mãe dele no sítio e que lá o celular não pega e então eu fiquei sussegada, daí ele me fala que esta chegando na cidade, esta indo para casa e fala que depois me liga, ah e é claro me pergunta se eu queria vê-lo, ai então eu respondo que essa era a intenção, ele me fala tchau e desliga e eu ingenuamente desligo pensando que iria vê-lo essa noite e espero sua ligação, espero, espero e nada, até que me canso de esperar e ligo para ele. Ele me atende pergunta como eu estou eu falo que estou bem e pergunto se ele vai passar aqui me pegar, e ele fala que não que ele entendeu que eu não queria vê-lo hoje, que por isso ele já havia guardado o carro e já estava deitado (puf até parece que eu acredito nisso) e por causa disso tudo não iria passar aqui me ver, mas aí, aí eu não me controlei falei que na sexta ele já não havia passado muito tempo comigo por que tinha que trabalhar no sábado (até ai eu compreendo), mas que no sábado que ele tinha tempo pra passar comigo ele preferiu ir no Recanto ao invés de sair comigo e que hoje ele poderia pelo menos me ver um pouco, poxa não estou pedindo que fique até as 4:00 da manhã comigo afinal eu também tenho que trabalhar amanhã de manhã e falei que essa semana não vou ter tempo pra dar atenção pra ele e que final de semana que vem também vou estar lotada de trabalho, aí sabe que ele me responde que "tá bom, eu não quero te froçar a nada", me forçar, me forçar a que caralho...uma resposta de quem nem esta ouvindo o que estou dizendo, nessa hora o sangue ferveu, minha vontade foi mandá-lo a puta que o pariu, mas preferi simplesmente desligar o telefone, mas deixei bem clara que estava furiosa. Agora não consigo entender já estamos saindo a um tempo e parece que ele quer me esconder de sábado não saimos, na verdade so saimos uma vez no sábado isso por que foi a primeira vez que a gente saiu, agora não consigo entender, não sou uma tonta concerteza estou muito acima do nível das meninas que ele é acostumado a sair, sou inteligente (não estou me achando, eu gosto de conhecer vários assuntos é assim que eu sou, sou curiosa), gosto de conversar e o mais importante eu sei conversar com as pessoas, feia eu sei que não sou tanto assim, então qual é o problema? Namorada eu sei que ele não tem, será que ele não quer ser visto mais de uma vez com a mesma pessoa?Medo que os outros achem que ele está namorando? Medo que eu ache que estamos namorando? Já disse que não estou atrás disso no meomento e definitivamente não me apresso nas coisas. Ou será que é vergonha por que sou bem mais nova que ele? Não sei, só sei que estou irritada, muito irritada.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Quando Você...


Quando você estiver triste, com o coração cheio de mágoas, me procure. Se eu não puder ajudar, prometo que tomarei um bom porre com você e xingarei todos que te deixaram assim! Quando você estiver feliz e quiser comemorar, me procure. Se eu não puder ser aquela banda que você deseja que toque, posso fazer muito barulho, assobiando, gritando, cantando e batendo as tampas da panela! Quando você estiver pra baixo, me procure. Posso não conseguir levantar seu astral, mas prometo fazer de tudo para que você não caia ainda mais! Quando você estiver com medo de alguma coisa, me procure. Prometo que vou tirar um sarro da sua cara, vou me virar do avesso de tanto rir e você vai criar coragem na hora! Quando você quiser choramingar pelos cantos, me procure. Prometo contar muitas histórias horrorosas, uma pior que a outra e você vai acabar com essas frescurinhas no mesmo instante! Quando você estiver com uma confusão muito grande na sua cabeça, me procure. Prometo explicar minuciosamente o quanto você não entende nada vezes nada! Quando você começar a se irritar, por achar que tudo que faço, é só para te irritar, me procure. Então, nessa hora, farei você entender que eu estou simplesmente querendo roubar um sorriso seu, apenas porque: Adoro você!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A DOR QUE DÓI MAIS


Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Sweet Child o' mine


She's got a smile that it seems to me Reminds me of childhood memories Where everything Was as fresh as the bright blue sky Now and then when I see her face She takes me away to that special place And if I stay there too long I'll probably break down and cry Oh, oh, oh Sweet child o' mine Oh, oh, oh, oh Sweet love of mine She's got eyes of the bluest skies As if they thought of rain I hate to look into those eyes And see an ounce of pain Her hair reminds me of a warm safe place Where as a child I'd hide And pray for the thunder And the rain To quietly pass me by Oh, oh, oh Sweet child o' mine Oh, oh, oh, oh Sweet love of mine Oh, oh, oh, oh Sweet child o' mine Oh, oh, oh, oh Sweet love of mine Oh, oh, oh, oh Sweet child o' mine Uh, uh, uh, uh Sweet love of mine Where do we go Where do we go now Where do we go Where do we go Where do we go Where do we go now Where do we go Where do we go now Where do we go now Where do we go Where do we go now Where do we go Where do we go now Where do we go Where do we go now Sweet child o' mine